terça-feira, 30 de novembro de 2010

Na área do recorte e colagem continuamos a fazer surpresas para o natal, aproveitando materiais que podem ter diferentes utilidades, imaginamos, construimos, e pomos as nossas competencias em acção.

 Na área do desenho também...
 Na área dos registos, pegámos em revistas e decidimos fazer o nosso mapa de registo dos dias em que a Estefania está a chocar  os seus ovinhos recortando as  letras maiusculas e minusculas comparando com a escrita dos dias da semana, Segunda-feira, Terça-feira, Quarta-feira... para fazer um mapa especial, tão especial como é a a nossa Estefania a chocar os seus ovinhos.

Este trabalho era muito dificil pois tinhamos que comparar as letras com que se escrevem os dias da semana com tantas letras que aparecem escritas nas revistas, tendo em conta que as revistas tem tantas fotos era preciso não esquecer o objectivo principal deste trabalho e não recortar imagens, mas sim letras.

E na hora de ir ao pátio fazer o intervalo, a Tatiana veio a correr dizer que já tinha nascido um passarinho do ovinho.
"Tens a certeza, Tatiana?"
"Sim, vem ver."
E fomos todos ver.
Com o reboliço á volta da gaiola, só quando a Estefania se mexia conseguimos ver debaixo das suas penas um pequenino passarito meio depenado, "parece um patinho", diz o Miguel, e parecia mesmo.
Decidimos não incomodar mais a Estefania e saimos todos dali porque o passarinho ainda tão pequenininho precisava dos cuidados da sua mãe e não os podiamos assustar.



Viemos para a sala e aproveitámos para conversar como são tão frágeis  e tão dependentes os passarinhos tão pequeninos por isso necessitam tantos cuidados.
Ficámos muito contentes.
Na quinta -feira vamos ver como está o nosso passarinho, bébé,  da  nossa Estefania, e já agora, bom feriado a todos.

domingo, 28 de novembro de 2010

Participámos numa exposição de trabalhos sobre "as abelhas e o mel".
Para fazer este trabalho os meninos que quiseram participar já sabem que as abelhas são muito importantes no nosso ambiente porque fazem o mel.
Pousam nas flores e retiram o polen.
E por isso é tão importante que existam muitos jardins com flores.

Fomos ver na net o que podiamos acrescentar ao nosso saber.
 Descobrimos uma canção do Vinicius de Morais  (um cantor do Brasil) que é uma bonita poesia sobre o jardim das flores e as abelhinhas.
 Imprimimos, os meninos que quiseram participar neste trabalho copiaram as letras da poesia.
 Mas também vimos videos de meninos em festa de outras escolinhas vestidos de abelhinhas numa dança dramatizada com musica clássica.
 Ficou assim o nosso cartaz.
 E a proposito das abelhas descobrimos...
 Na nossa colecção de videos mais antigos que os pais nos vão oferecendo,  um filme da abelha Maia, quem se lembra dessa abelhinha que vivia num pais cheio de flores...?
Pois fomos reve-la e agora  muitos meninos querem fazer uma pintura da abelha Maia, utilizando os pinceis, e a tinta cenográfica na area da pintura.
 E, na sexta-feira demos comer aos nossos passarinhos e assinalámos no mapa que a Estefania continua a chocar os seus ovinhos.

Quando construimos a "cidade das andorinhas" fomos verificar se as folhinhas que o Tomás Flores, o Francisco Escudeiro, a Veronica, a Isabela, o Salvador, o Tomás Curião tinham apanhado no Jardim da Gulbenkien, estavam bem direitinhas como as guardámos na lista telefonica (um material de desperdicio que usamos muito para guardar trabalhos com o objectivo de alguns dias depois os utilizarmos).
 Organizámos por conjuntos as diferentes folhas tendo atenção ás diferentes caracteristicas essencialmente a forma e a textura.
 Contámos quantos conjuntos tinhamos tendo em conta que os tamanhos também eram diferentes.
 E depois colámos na árvore que já tinhamos pintado e que chamámos de "folha caduca" pois aprendemos que são estas as árvores que mudam as suas folhinhas durante o Outono.
 Também aproveitámos para dar relevo ás nuvens, aos vasos de flores, e aos carros na estrada com caixinhas de queijo que temos no nosso móvel de materiais de desperdicio para reutilizarmos em diferentes trabalhos.

 E com o relevo até parece mesmo que os "carros vão na estrada" diz o tomás Matos e contámos até 20, para a cola ficar bem seca e os trabalhos ficarem bem colados e não se descolarem quando estiverem expostos.
Quando fazemos esta contagem sabiam que estamos a contar o tempo?
Pois é que quando contamos, 1, 2, 3,,,, é uma contagem equivalente
aos segundos que passam.
Uma medida do tempo.
O tempo que é necessário para os nossos trabalhos ficarem bem colados, e até olhamos para o relogio, não é por acaso que temos dois na nossa sala.
 E tivémos uma ideia, temos tantas caixinhas de queijo será que podemos aproveitar e dar uma nova "reutilização"?
O Alexandre, o Miguel, o Jeronimo, a Rafaela, o Eduardo e o Francisco Escudeiro encaixaram as caixinhas umas nas outras e já decidimos que podemos aproveitar para construir um jogo de encaixe.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

...E a proposito dos ovinhos da rola durante esta semana temos um objectivo importante...
para estarmos atentos e não esquecermos de observar, temos de registar.

E registar o quê e como?

 Decidimos fazer um mapa com os dias da semana, retirámos o sabado e domingo (porque não estamos cá para observar).
 O Duarte sugeriu fazermos um X nos dias em que a rolinha está a chocar os ovos.
Eu decidi acrescentar ao mapa o nome dos meninos que querem para além de correr no pátio observar a rolinha

E para não estarmos sempre a chamar rolinha (que aliás é o nome desta ave) eu perguntei se alguem tinha uma sugestão para lhe darmos um nome mais pessoal... È que para além desta rola, existem mais duas.
Uma há de ser o pai e a outra... ainda não sabemos.


A Mafalda sugeriu Estefania.
E assim ficou.
Agora todos os dias vamos observar a Estefania e os seus ovinhos.

Como diz a Larissa " se esta mãe aquecer os ovinhos todos os dias, podem crescer passarinhos".

Ora é isso mesmo.

Vamos observar se esta mãe todos os dias da semana  aquece os seus ovinhos com o calor das suas penas, sim porque nós pusémos mesmo ao lado uns farrapos de fios para ela fazer um ninho como fazem as andorinhas mas ela não ligou nada, porque é outra espécie de ave, não pertence á familia das andorinhas, faz parte da familia das rolas, e cada familia também tem as suas regras.

domingo, 21 de novembro de 2010

Durante esta semana fizemos muitos trabalhos;

Quando copiamos as letras ou quando fazemos os registos escritos utilizamos a letra de imprensa porque é mais fácil de ler e imitar do que a letra manuscrita que habitualmente se faz no 1ºciclo.

Alguns meninos perguntaram me porque é que as letras não são todas iguais?
Expliquei que dentro do conjunto das letras de imprensa existe o conjunto das letras maiusculas e das letras minusculas.

Então decidimos fazer a primeira letra do nome em maiuscula e minuscula para comparar diferenças.
Todos têm estado a fazer este trabalho das letras na área do recorte e colagem,

 E quem já terminou agora também pode fazer usando a mesma técnica, flores casas ou o que quiser.



Também começámos esta semana a iniciação á tapeçaria.


Pegamos num fio de lã e experimentamos enfiar entre pequenos quadradinhos e apesar da tarefa não ser fácil todos estão a conseguir.



Na área da pintura estamos muito concentrados a pintar rolos
 É que não tarda nada a época Natalicia está ai...

Já estamos a preparar surpresas...

domingo, 14 de novembro de 2010

O dia de S. Martinho foi um grande dia em festa. Logo desde manhã até ao final da tarde comemorámos a lenda que através de séculos continua a merecer a nossa atenção porque representa uma bonita história de amizade e partilha e porque ainda hoje se fala no Verão de S. Martinho.

Fomos pesquisar na net.
Imprimimos a historia.
Decidimos que todos os meninos iam levar para casa o S. Martinho esse valoroso cavaleiro que nem imagina como ainda hoje é relembrado.
No recorte e colagem imaginámos o Martinho e na pintura colorimos.

Estes são os nossos Martinhos que
pintámos e vestimos com a sua capa com muito carinho.

E ficaram assim.

 Colocámos no placard para que todos pudessem levar para casa e continuar a assinalar esta data especial.

Mas para além deste dia de festa fica também no placard o registo escrito e em pintura desta lenda, ilustrado pela Larissa, Rui Alexis,Ines Carreira, Teresa Sousa, Afonso Ferreira, Sara Olival, Catarina Duarte, e escrito porque copiaram as letras do resumo da historia o Andre Brito, a
Catarina Duarte, o Rui Alexis e o Guilherme Soares.







No desenho todos os meninos estão a registar as principais personagens da historia (o Martinho e o pobrezinho) e os elementos da natureza, o sol as nuvens, a chuva, o arco-iris, o cavalinho, as flores, a linha do céu e a linha da terra.
Usamos lápis de cera e para realçar o desenho destes artistas passamos com lápis pastel e anilinas de diferentes cores.
Os nossos trabalhos estão em exposição.

 Contei  uma  historia para que a  pesquisa que tinhamos feito na net e os trabalhos que realizámos na area da pintura, recorte e colagem, tivessem uma contextualização ao nivel dos trabalhos que temos vindo a realizar sobre as andorinhas (mais que um projecto de produção, tem sido um projecto de pesquisa e concretização, em diferentes áreas  desenho, pintura, recorte e colagem, escrita, linguagem verbal, matemática, entre outros niveis de competencias que temos de desenvolver).



Fui descobrir uma historia de andorinhas num ficheiro  da biblioteca de Oeiras sobre "Contadores de historias" no projecto de "historias de ida e volta" e contei a... historia.

Depois recontaram os nossos meninos que adoraram a historia...
Começa assim...

"Era uma vez...
uma menina que se chamava Alice.
                                           Maria Inês
A Alice morava numa linda casa onde havia muitas flores e ninhos de andorinhas.
                        Carolina Fernandes

A Alice gostava muito de ver as andorinhas a voar.
                               Guilherme Birlo

Um dia a Alice teve uma ideia.
Chamou a mãe e pediu para colocar um trapinho numa das patinhas de uma andorinha (aquela que a mãe conseguisse que pousasse na sua mão).
                                                                 Verónica

A mãe pensou que esta ideia era um bocadinho estranha. Perguntou -"Para quê filha?"
                                 Teresa Sousa

"_Gostava de saber para onde voam as andorinhas e se  são as mesmas que regressam na Primavera."
                                 André Brito

A mãe pegou num trapinho e escreveu com aquelas canetas especiais que não saiem com a água da chuva, "de onde vens andorinha?"
              Duarte Alves

A mãe pegou com muito cuidadinho numa andorinha e atou
 o trapinho na patinha.
                            Rui Mateus
Fizemos o registo e construimosesta  historia na "pintura recorte e colagem". Criámos a cidade das andorinhas.
Os nossos placards  da sala são pequenos para mostrar a cidade que construimos e em que todos participaram.
A "cidade das andorinhas" é uma pequena cidade do interior,  (como quem diz da provincia ,um tema dificil de explicar a quem vive á beira da grande cidade que é Lisboa) mas grande simbolicamente e não só, pois vamos precisar do placard do corredor para fazermos a nossa exposição.
As nuvens,  a chuva, o sol, os postes de electricidade (por onde chega a iluminação ás nossas casas e á rua), os cabos eléctricos, onde pousam as andorinhas, as casas de res-do-chão e as casas com três andares.
A mãe da Alice, a Alice e claro a andorinha com o trapinho na sua patinha que voou Km (uma medida de distancias).
Vejam durante esta semana a nossa exposição.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

"A cidade das andorinhas..."

Pesquisámos na net a proposito de obtermos mais informações sobre as  andorinhas... esses passaritos que voam Kilometros só para fugir do frio.
"(...e ainda cá quem diga que os animais não são inteligentes...)"
imprimimos informações e fotos sobre a sua vida.

Copiámos o desenho, fizemos pinturas sobre as andorinhas a fazer de conta que estavam a voar.
Recortámos e pintámos.


E depois... observámos com muita atenção a foto com muitas andorinhas em bando.

Que bom termos a net ao serviço do pré-escolar.
Imprimimos a foto.
Duas fotos.
Passámos por cada menino (que nessa manhã tinha escolhidoa sala das expressões) para observar e quase todos identificaram uma grande familia de andorinhas.

Alguns meninos disseram que era uma grande familia de mães, pais, avós, filhos, outros disseram que era um bando, e outros disseram simplesmente "são muitas andorinhas".


A foto só tinha a imagem do céu e o conjunto de andorinhas pousadas nos cabos eléctricos e pareciam estar pacientemente á espera umas das outras.


Como diz o Duarte  "-as andorinhas que estão pousadas nos cabos eléctricos estão á espera das que estão a brincar a voar."
 -"E agora " -disse eu- "vamos imaginar o que não vemos nesta fotografia e acrescentar o que falta e formos capazes de fazer."


E o que é que falta?


Fizémos o registo escrito.
Concretizamos na área da pintura.

Cada menino disse a sua opinião sobre,
o que podia fazer,

o que poderia,

completar,

para além da  foto,

das,

andorinhas,

no céu.

E os pais que estão a ver este blog,
Será que podem participar, e fazer com que seja mais interactivo? 

Para além da mãe do Bernardo Franco (desde já agradeço a participação) não sei quem nos segue...

Não legendei as fotos propositadamente.

Será que nos ajudam a fazer a legendagem do que falta  nas fotos que já estão expostas (á cerca de uma semana no placard do corredor do Ceide), sobre o que pintámos, recortámos, colámos antes de vos apresentarmos a exposição dos nossos trabalhos e de  darmos algumas pistas através destas fotos??